• Papa: “O silêncio de José é habitado pela voz de Deus”

    maio 2 • Notícias da Igreja • 22 Views

    Na manhã desta última terça-feira (01/05), o Papa Francisco recebeu em audiência especial no Vaticano cerca de 400 funcionários do jornal italiano católico ‘Avvenire’ e seus familiares. O cotidiano foi fundado em Milão há 50 anos.

    No dia dedicado a São José Operário, Francisco presenteou o grupo com uma reflexão sobre a figura deste santo trabalhador definindo-o ‘homem do silêncio’.

    Lembrando que “o silêncio pode parecer como a antítese do comunicador”, o Papa iniciou afirmando que “o silêncio de José é habitado pela voz de Deus e gera a obediência da fé”.

    “Homem justo, capaz de se doar ao sonho de Deus, José se encarrega das pessoas e situações que a vida lhe confia: é um educador e pai que sabe fazer crescer a vida, acompanhar as pessoas e transmitir o trabalho”, prosseguiu.

    “A dignidade humana não se relaciona ao dinheiro, à visibilidade ou ao poder, mas ao trabalho”, frisou, comparando a marcenaria de José à redação deste jornal, onde o trabalho teve que ser reorganizado e harmonizado com as novas tecnologias e a colaboração com as outras mídias ligadas à Conferência Episcopal Italiana.

    “Neste panorama, a Igreja sente que sua voz não pode faltar, fiel à missão que a chama ao anúncio do Evangelho da misericórdia. A mídia oferece enormes potencialidades para contribuir na cultura do encontro”, destacou, convidando os jornalistas, por um momento, a focarem a comunicação como verdade, beleza e bem comum.

    O marceneiro de Nazaré nos convida a reencontrar o sentido da saudável lentidão, da calma e da paciência: “Com o seu silêncio, nos recorda que tudo tem início com a escuta, para abrir-se à palavra e à história do próximo”, ressaltou Francisco. “É o diálogo a vencer o medo e a Igreja deve ser seu artífice”.

    O Papa dirigiu algumas recomendações aos ‘amigos do Avvenire’: “Não se cansem de buscar a verdade com humildade; escutem, aprofundem, comparem. Contribuam para superar contraposições estéreis e prejudiciais e sejam companheiros de quem se dedica à justiça e à paz”.

    “Desejo que vocês saibam afinar e defender esta visão; que superem a tentação de não ver, afastar ou excluir. Encorajo-os a não discriminar, a não considerar ninguém como ‘excesso’, a não se contentarem do que os outros já veem. Que ninguém, além dos pobres, dos últimos e dos sofredores, dite a sua agenda. Não aumentem a fila daqueles que contam a parte de realidade já iluminada pelos refletores. Comecem pelas periferias, conscientes de que não são o fim, mas início da cidade”.

    Francisco mencionou um discurso feito por Paulo VI em 1971 aos comunicadores: “Não devemos fazer o bem de quem nos ouve, mas educá-los a pensar e a julgar”. E neste sentido, encorajou os jornalistas a evitar a informação de fácil consumo, que não compromete; a aproximar-se das pessoas com respeito e a apostar em relações que constituem e reforçam as comunidades.

    “Nada cria proximidade como a misericórdia”, frisou, concluindo com outras palavras de Paulo VI. “Temos que ter um grande amor pela causa, dizer que acreditamos no que fazemos e no que queremos fazer.”

    (Vatican News)

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  • Bora fazer Escola Nacional de Formação RCCRJ?

    maio 2 • Notícias RCC • 20 Views

    altTemos uma grande novidade para as lideranças da Renovação Carismática Católica! Foram abertas, nesse sábado (28), as inscrições para a próxima edição da Escola Nacional de Formação de Líderes e Missionários da RCCBRASIL.

    Em 2019, a ENFLM vai acontecer de 13 a 23 de janeiro de 2019, na Casa de Retiros Sagrado Coração de Jesus, em São José dos Campos (SP). Serão 10 dias de formação intensa sobre a doutrina cristã, sobre a Renovação Carismática e a evangelização.

    A Escola antecipa a abertura das inscrições com a intenção de facilitar o investimento, podendo parcelar o valor. Quanto antes o aluno se inscrever, melhor será o seu planejamento!

    Ministrando as aulas, a Escola traz no próximo ano: Katia Roldi Zavaris (presidente do Conselho Nacional da RCCBRASIL), Reinaldo Beserra dos Reis (…), Leandro Rabello (diretor da ENFLM), entre outros professores membros da RCC.

    A Escola oferece conteúdo formativo em disciplinas como:Eclesiologia, Pneumatologia, Cristologia, Querigma e Sagrada Escritura, entre outras. Além das aulas, há momentos profundos de oração, prática dos carismas, estudo e treinamento para missões e, principalmente, a convivência fraterna. “Vale a pena 10 dias com o Senhor tocando nos mais diversos campos de nossa vida: intelectualidade, vida fraterna, oração, cura do interior, missão … A escola amplia nossa visão e nos faz ser melhores servos e cada vez mais missionários”, destaca Leandro Rabello, diretor da Escola.

    Formação, crescimento espiritual e fraterno, momentos de oração e missão, tudo isso em um só evento de 10 dias. Essa é uma grande oportunidade para que lideranças dos grupos de oração, dioceses e estados recebam conteúdos formativos seguros sobre nossa caminhada na RCC.

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    Para mais informações, entre em contato com o Departamento de Eventos do Escritório Nacional da RCCBRASIL pelo telefone (12) 3151-4155, (12) 98257-0027 ou pelo e-mail  departamento.eventos@rccbrasil.org.br.

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  • Coordenadores Diocesanos RCCRJ participam de encontro nacional

    maio 2 • Destaques, Notícias RCC, Renovação Carismática Católica • 18 Views

    Teve início no último sábado (28), o II Encontro Nacional para Coordenadores Diocesanos. O evento, que também reúne os coordenadores estaduais dos Ministérios de Pregação e Formação, está sendo realizado no Seminário Redentorista Santo Afonso, em Aparecida (SP). Os coordenadores diocesanos, vindos de todos os cantos do país, foram recebidos pelos membros do Conselho Nacional da RCCBRASIL. Uma calorosa acolhida que indicava um final de semana de unidade profética.

    A programação teve início com um momento de oração a partir do Salmo 26, no qual o Senhor renovava a esperança do seu povo. O objetivo do encontro é que os coordenadores vivenciem dias de um verdadeiro retiro espiritual e recebam direcionamentos para os trabalhos nas dioceses.

    altA presidente do Conselho Nacional, Katia Roldi Zavaris, juntamente com Leandro Rabello, diretor da Escola Nacional de Formação, iniciou sua fala refletindo sobre o antúrio, flor utilizada na ornamentação do encontro. A presidente citou aspectos como a beleza interna que se externa e vai se revelando aos poucos. Também falou sobre a importância de se deixar conduzir, assim como essa planta que floresce em qualquer tipo de solo e precisa de luz para crescer e perseverar por muitos anos.  Após a partilha, houve um momento de Efusão no Espírito Santo, selando essa parte da tarde.

    Ainda no sábado, o padre Salvista Helder Pio sjs conduziu a única pregação do dia que teve como tema: “Não temas! Eu sou o Primeiro e o último, e o que vive”. Norteado pela passagem de Apocalipse 1,17b, ele abordou toda a história da Salvação da humanidade, por meio de Jesus Cristo, aquele que existe desde o princípio até o fim e é, portanto, o Vivente, que morreu, desceu à Mansão dos Mortos – para devolver à vida a todos que ali estavam – e ressuscitou!alt

    “Jesus é além da história. Muito mais do que dois mil anos ou os 33 anos em que passou na terra. Deus criou Adão conforme o modelo perfeito que é Jesus. Ele é a liberdade que só conseguimos quando nos aproximamos de Deus. Jesus está vivo! É o Senhor da vida e da morte, nossa ligação com o Pai”, enfatizou o padre que, na seqüência, celebrou a Santa Missa.

    Cristovão Brito Maia coordena a RCC na Diocese de Cruzeiro do Sul, no Acre. Ele frisou a importância do encontro para a convivência com irmãos de outros estados e com a liderança nacional. “Viajamos por longas horas e esse primeiro dia ficou marcado pela parte espiritual. Realmente, foi um descanso, um refrigério para o corpo e para a alma. Esse encontro precisa acontecer com freqüência para que todos possam viver essa experiência”, completou.

    A animação do encontro está sendo feita pelo Ministério de Música Kharis, da Arquidiocese de São Paulo (SP). O Encontro Nacional seguiu até o dia 1 de maio.

     

    Fonte: RCCBRASIL

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  • “A devoção a Maria não é galanteria espiritual, mas uma exigência da vida cristã” disse Papa Francisco em homilia

    maio 2 • Notícias da Igreja • 16 Views

    “A devoção a Maria não é galanteria espiritual, mas uma exigência da vida cristã” disse o Papa Francisco na Missa de 1 de janeiro de 2018 na Basílica de São Pedro, para a festa de Maria Mãe de Deus.

    O Papa Francisco convidou a “reservar cada dia um tempo de silêncio com Deus é guardar a nossa alma; é guardar a nossa liberdade das banalidades corrosivas do consumo e dos aturdimentos da publicidade, da difusão de palavras vazias e das ondas avassaladoras das maledicências e da balbúrdia”.

    Homilia di Papa Francisco

    Basílica Vaticana
    Segunda-feira, 1° de janeiro de 2018

    O Ano tem início sob o nome da Mãe de Deus. Mãe de Deus é o título mais importante de Nossa Senhora. Mas a alguém poderia vir a pergunta: por que dizemos «Mãe de Deus», e não Mãe de Jesus? Alguns, no passado, pediram para nos cingirmos a isto, mas a Igreja afirmou: Maria é Mãe de Deus. Devemos estar-lhe agradecidos, porque, nestas palavras, se encerra uma verdade esplêndida sobre Deus e sobre nós mesmos, ou seja: desde que o Senhor Se encarnou em Maria – desde então e para sempre –, traz a nossa humanidade agarrada a Ele. Já não há Deus sem homem: a carne que Jesus tomou de sua Mãe, continua ainda agora a ser d’Ele e sê-lo-á para sempre. Dizer «Mãe de Deus» lembra-nos isto: Deus está perto da humanidade como uma criança da mãe que a traz no ventre.

    A palavra mãe (mater) remete também para a palavra matéria. Em sua Mãe, o Deus do céu, o Deus infinito fez-Se pequenino, fez-Se matéria, não só para estar connosco, mas também para ser como nós. Eis o milagre, eis a novidade: o homem já não está sozinho; nunca mais será órfão, é para sempre filho. O Ano tem início com esta novidade. E nós proclamamo-la dizendo assim: Mãe de Deus! É a alegria de saber que a nossa solidão está vencida. É a maravilha de nos sabermos filhos amados, de sabermos que esta nossa infância nunca mais nos poderá ser tirada. É espelharmo-nos em Deus frágil e menino nos braços da Mãe e vermos que a humanidade é querida e sagrada para o Senhor. Por isso, servir a vida humana é servir a Deus, e toda a vida – desde a vida no ventre da mãe, até à vida envelhecida, atribulada e doente, à vida incómoda e até repugnante – deve ser acolhida, amada e ajudada.

    Deixemo-nos agora guiar pelo Evangelho de hoje. Da Mãe de Deus, diz-se apenas uma frase: «guardava todas estas coisas, meditando-as no seu coração» (Lc 2, 19). Guardava. Simplesmente… guardava; Maria não fala: d’Ela, o Evangelho não refere uma palavra sequer, em toda a narração do Natal. Também nisto a Mãe Se associa ao Filho: Jesus é infante, ou seja, «sem dizer palavra». Ele, o Verbo, a Palavra de Deus que «muitas vezes e de muitos modos falara nos tempos antigos» (Heb 1, 1), agora, na «plenitude dos tempos» (Gal 4, 4), está mudo. O Deus, na presença de Quem se guarda silêncio, é um menino que não fala. A sua majestade é sem palavras, o seu mistério de amor desvenda-se na pequenez. Esta pequenez silenciosa é a linguagem da sua realeza. A Mãe associa-Se ao Filho e guarda no silêncio.

    E o silêncio diz-nos que também nós, se nos quisermos guardar a nós mesmos, precisamos de silêncio. Precisamos de permanecer em silêncio, olhando o presépio. Porque, diante do presépio, nos redescobrimos amados; saboreamos o sentido genuíno da vida. E, olhando em silêncio, deixamos que Jesus fale ao nosso coração: deixamos que a sua pequenez desmantele o nosso orgulho, que a sua pobreza desinquiete as nossas sumptuosidades, que a sua ternura revolva o nosso coração insensível. Reservar cada dia um tempo de silêncio com Deus é guardar a nossa alma; é guardar a nossa liberdade das banalidades corrosivas do consumo e dos aturdimentos da publicidade, da difusão de palavras vazias e das ondas avassaladoras das maledicências e da balbúrdia.

    Maria guardava – continua o Evangelho – todas estas coisas, meditando-as. Quais eram estas coisas? Eram alegrias e aflições: por um lado, o nascimento de Jesus, o amor de José, a visita dos pastores, aquela noite de luz; mas, por outro, um futuro incerto, a falta de uma casa, «porque não havia lugar para eles na hospedaria» (Lc 2, 7), o desconsolo de ver fechar-lhes a porta; a desilusão por fazer Jesus nascer num curral. Esperanças e angústias, luz e trevas: todas estas coisas preenchiam o coração de Maria. E que fez Ela? Meditou-as, isto é, repassou-as com Deus no seu coração. Nada conservou para Si, nada encerrou na solidão nem submergiu na amargura; tudo levou a Deus. Foi assim que guardou. Entregando, guarda-se: não deixando a vida à mercê do medo, do desânimo ou da superstição, não se fechando nem procurando esquecer, mas dialogando tudo com Deus. E Deus, que Se preocupa connosco, vem habitar nas nossas vidas.

    Aqui temos os segredos da Mãe de Deus: guardar no silêncio e levar a Deus. Isto realizava-se – conclui o Evangelho – no seu coração. O coração convida a pôr os olhos no centro da pessoa, dos afetos, da vida. Também nós – cristãos em caminho –, ao princípio do Ano, sentimos a necessidade de recomeçar do centro, deixar para trás os pesos do passado e partir do que é importante. Temos hoje diante de nós o ponto de partida: a Mãe de Deus. Pois Maria é como Deus nos quer, como quer a sua Igreja: Mãe terna, humilde, pobre de coisas e rica de amor, livre do pecado, unida a Jesus, que guarda Deus no coração e o próximo na vida. Para recomeçar, ponhamos os olhos na Mãe. No seu coração, bate o coração da Igreja. Para avançar – diz-nos a festa de hoje –, é preciso recuar: recomeçar do presépio, da Mãe que tem Deus nos braços.

    A devoção a Maria não é galanteria espiritual, mas uma exigência da vida cristã. Olhando para a Mãe, somos encorajados a deixar tantas bagatelas inúteis e reencontrar aquilo que conta. O dom da Mãe, o dom de cada mãe e cada mulher é tão precioso para a Igreja, que é mãe e mulher. E, enquanto o homem muitas vezes abstrai, afirma e impõe ideias, a mulher, a mãe sabe guardar, fazer a ligação no coração, vivificar. Porque a fé não se pode reduzir apenas a ideia ou a doutrina; precisamos, todos, de um coração de mãe que saiba guardar a ternura de Deus e ouvir as palpitações do homem. A Mãe, autógrafo de Deus sobre a humanidade, guarde este Ano e leve a paz de seu Filho aos corações, aos nossos corações, e ao mundo inteiro. E, como filhos d’Ela, convido-vos a saudá-La hoje, simplesmente, com a saudação que os cristãos de Éfeso pronunciavam diante dos seus Bispos: «Santa Mãe de Deus!» Com todo o coração, digamos três vezes, todos juntos, fixando-A [voltados para a sua imagem posta ao lado do altar]: «Santa Mãe de Deus!»

    Fonte: © Libreria Editrice Vaticana

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  • Às vésperas do Natal, Papa roga pela paz mundial no Ângelus

    dez 24 • Notícias da Igreja • 216 Views

    Em sua habitual prece mariana, Francisco falou sobre a missão de Maria, que carregou em seu ventre o Filho de Deus

    Da redação, com Vatican News Continue Reading

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  • Quer viver o Natal de modo autêntico? Papa expõe as 3 atitudes necessárias

    dez 24 • Destaques, Notícias da Igreja • 255 Views

    O Ângelus de domingo, dia 17 de dezembro, foi muito especial por duas razões: por um lado, celebra-se o domingo chamado “Gaudete”, ou seja, “da alegria”, e por outro, o Papa Francisco completa 81 anos. Continue Reading

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  • Partiu, ENF 2018?

    dez 24 • Notícias RCC • 534 Views

    Devido ao grande número de procura, a RCCBRASIL vai oferecer inscrições online para o Encontro Nacional de Formação 2018 (ENF) até o dia 15 de janeiro. Depois disso, as inscrições serão feitas somente no local e dias do evento (24 a 28 de janeiro de 2018).

    Em 2018, o maior encontro de formação da RCC do Brasil, o ENF, vai acontecer no Centro de Evangelização Dom João Hipólito de Morais, na Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP). Mesmo com um espaço maior que as edições anteriores, a Canção Nova também possui uma capacidade máxima de participantes. Não deixe para a última hora, garanta logo a sua inscrição, pois as vagas são limitadas!

    O ENF 2018 traz como tema a passagem que irá orientar o Movimento ao longo do ano “Eis que estou à porta e bato” (Ap 3,20). A programação conta com palestras, momentos de oração, workshops, missas, noites carismáticas e muito mais. É no ENF que as lideranças da RCC conhecem os direcionamentos e moções para as atividades do Movimento em nível nacional.

    Inscreva-se: www.rccbrasil.org.br/enf.

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