Irmãos (ãs), dócil à preciosa moção que o Senhor nos deu para estes tempos – Vinde, reconstruamos as muralhas! (Ne. 2,17a) – a RCC, após ampla pesquisa de ambiente nas persas dioceses de nosso País e profunda penetração espiritual (Col. 1,9), elaborou seu Planejamento Estratégico. Planejar é precisamente o ato de definir metas a serem alcançadas e especificar os meios de como estes objetivos serão atingidos. Deus mesmo inspirou ao coração da RCC toda a estratégia (seleção dos melhores meios) necessária para correspondermos aos Seus sonhos pinos. Agora é conosco efetivarmos a vontade de Deus em nossos Grupos de Oração, dioceses, regiões, ministérios, etc!
O Planejamento Estratégico da RCC, atento às realidades do Movimento em todas as regiões do Brasil, é um trabalho direcionador, ungido e abrangente, que contempla de maneira clara e imparcial os valores (princípios norteadores da ação) da RCC, os desafios e oportunidades existentes no ambiente externo à RCC, bem como os pontos fracos e fortes do próprio Movimento, além dos objetivos e metas permanentes, de curto e médio prazos. Trata-se, portanto, de um subsídio importante para orientar todos os trabalhos missionários e de manutenção/administração da RCC em todas as instâncias, sem exceção. Ninguém deve ficar de fora! A moção é para todos!
Ora, uma vez inspirado por Deus todo o planejamento (plano de ação), surge uma pergunta: Como fazer o planejamento estratégico se tornar uma realidade em minha diocese, em meu Grupo de Oração? Esse deve ser o questionamento que deve bradar insistentemente em nossos corações de maneira quase que automática e imediata. É isso que a RCC e as ovelhas esperam! Aqui surge o chamado Planejamento Tático. Tática é uma série de manobras e posicionamentos das armas de guerra a fim de que obtenham seus melhores resultados. Já sabemos o que fazer – conforme descrito no Planejamento Estratégico da RCC –, agora precisamos pensar em como fazer: Planejamento Tático. Esse cabe aos coordenadores estaduais, diocesanos e suas equipes, assim como aos coordenadores de Grupo de Oração e de ministérios e suas respectivas equipes. Enfim, cabe à liderança da RCC! Mãos à obra!
Se pegarmos, como exemplo, o item 6 (Metas) do Planejamento Estratégico da RCC, encontraremos no subitem (a.6) o seguinte: “cada Grupo de Oração deverá gerar, sob a unção do Espírito Santo, pelo menos mais outro Grupo, preferencialmente em locais onde não existam”. Isso é O QUE FAZER. E agora, COMO FAZER? Primeiramente, de que precisará o novo Grupo de Oração? Da definição de um local. Pode ser numa Capela afastada da Matriz, caso não haja Grupo ali. Então será necessário conversar com o Pároco local (1ª ação concreta). Precisará de pessoas. Assim, seria interessante pescarmos através de um Seminário de Vida no Espírito amplamente pulgado pela região (2ª ação concreta). O novo Grupo precisará de uma pequena equipe de líderes (Núcleo de serviço e equipe). Pode-se enviar um grupo de servos do Grupo de Oração de origem para aquele que está começando (3ª ação concreta). Esse novo Grupo precisará ser reconhecido pela Coordenação Diocesana da RCC; logo, faz-se necessário eleger em oração o(a) coordenador(a) deste novo grupo (4ª ação concreta) e cadastrá-lo no escritório diocesano e também no site da RCC/Brasil (5ª ação concreta). O Grupo que acabou de surgir será acompanhado pelo Grupo que lhe deu origem por algum tempo (6ª ação concreta). As ovelhas que o Senhor confiar a esse novo Grupo serão corretamente iniciadas no Querigma e posteriormente no Módulo Básico de Formação da RCC (7ª ação concreta). Efetivou-se assim a meta prevista no Planejamento Estratégico.
Citamos aqui outro exemplo: o item 5 (Objetivos permanentes) do Planejamento Estratégico da RCC dispõe sobre o seguinte no subitem (a.2): “formar discípulos capazes de pastorear, formar, liderar, evangelizar eficazmente, e administrar todas essas ações no âmbito da RCCBRASIL”. Mais uma vez a pergunta: COMO FAZER ISSO? As coordenações diocesanas e de ministérios da RCC devem se preocupar em oferecer às suas ovelhas a mais robusta formação para que se levantem novos líderes para Jesus Cristo, capazes de tornar Seu Nome conhecido de todos os homens. Assim, deve-se zelar pelo correto Processo de Iniciação na RCC, não se suprimindo esta importante etapa do Querigma (1º anúncio, anúncio fundamental) no processo de evangelização das pessoas; cabe às coordenações aperfeiçoar e sempre mais incentivar o ingresso e a perseverança de suas ovelhas no Módulo Básico de Formação (Escola Paulo Apóstolo), após o qual serão encaminhadas para as formações específicas dos ministérios aos quais foram chamadas; fomentar o comparecimento em massa nos Encontros Nacionais, Estaduais e Diocesanos de Formação. Esse acompanhamento formativo requer calendário bem definido e amplamente pulgado por toda a diocese, observação criteriosa do crescimento inpidual da ovelha, equipe de pregadores e de formadores capacitada e ampla para atender a essa demanda, locais para retiros e encontros de formação. Isso é também pastoreio!
Note-se que transcrever o Planejamento Estratégico da RCC (O QUE FAZER?) para o Planejamento Tático (COMO FAZER?) é algo simples, embora trabalhoso. Reconstruir as muralhas requer das lideranças esse movimento audacioso. O Espírito Santo quer nos dar essa audácia, essa militância apostólica e essa combatividade profética. Onde podemos encontrar o Planejamento Estratégico da RCC? Além de material impresso em formato de cartilha, a RCC dispõe de seu Planejamento Estratégico gratuitamente no site www.rccbrasil.org.br, também disponível para download no site da RCC/RJ: www.rccrj.org.br . Lembre-se: ninguém deve ficar de fora!
Vinícius Rodrigues Simões
Coord. Estadual Ministério de Formação RCC/RJ
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