“O testemunho de vida é a primeira e insubstituível forma de missão”. João Paulo II“O testemunho de vida é a primeira e insubstituível forma de missão”. João Paulo II
“Mas o que me anima mais a proclamar a urgência da evangelização missionária é que ela constitui o primeiro serviço que a Igreja pode prestar ao homem e à humanidade inteira, no mundo de hoje, que, apesar de conhecer realizações maravilhosas, parece ter perdido o sentido último das coisas e da sua própria existência. Cristo Redentor - como deixei escrito na primeira Encíclica - revela plenamente o homem a si próprio. O homem que a si mesmo se quiser compreender profundamente (.. ) deve aproximar-se de Cristo (...) A Redenção, operada na cruz, restituiu definitivamente ao homem A DIGNIDADE E O SENTIDO DA SUA EXISTÊNCIA NO MUNDO”. João Paulo II
“Deus abre, à Igreja, os horizontes de uma humanidade mais preparada para a sementeira evangélica. Sinto chegado o momento de empenhar todas as forças eclesiais na nova evangelização e na missão ad gentes. Nenhum crente, nenhuma instituição da Igreja se pode esquivar deste dever supremo: ANUNCIAR CRISTO A TODOS OS POVOS”. João Paulo II (Redemptoris Missio)
“Mas o que me anima mais a proclamar a urgência da evangelização missionária é que ela constitui o primeiro serviço que a Igreja pode prestar ao homem e à humanidade inteira, no mundo de hoje, que, apesar de conhecer realizações maravilhosas, parece ter perdido o sentido último das coisas e da sua própria existência. Cristo Redentor - como deixei escrito na primeira Encíclica - revela plenamente o homem a si próprio. O homem que a si mesmo se quiser compreender profundamente (.. ) deve aproximar-se de Cristo (...) A Redenção, operada na cruz, restituiu definitivamente ao homem A DIGNIDADE E O SENTIDO DA SUA EXISTÊNCIA NO MUNDO”. João Paulo II
“Deus abre, à Igreja, os horizontes de uma humanidade mais preparada para a sementeira evangélica. Sinto chegado o momento de empenhar todas as forças eclesiais na nova evangelização e na missão ad gentes. Nenhum crente, nenhuma instituição da Igreja se pode esquivar deste dever supremo: ANUNCIAR CRISTO A TODOS OS POVOS”. João Paulo II (Redemptoris Missio)
O que é missão?
Missão é anunciar a Palavra de forma salvífica. Tornar o Reino de Deus mais presente no mundo, isto é, manifestar a soberania salvífica de Deus.
Missão é sair de si para dizer, como disse Deus ao sair de si, que tudo que existe, existe por causa de um desígnio de amor; que somos amados, antes de toda necessidade de anseio. A missão parte de uma experiência do Absoluto e quer levar à experiência do Absoluto. Levar o Ressuscitado ao povo, trazer a vida para uma experiência de ressurreição.
Onde, como RCC, fazemos esta experiência com o Absoluto, com o Transcendente, com Deus? No Grupo de oração, na Comunidade que participamos e pertencemos.
A importância da vida comunitária:
1. Nos revela quem somos de verdade. Para o público, somos perfeitos, santos, ungidos. E quando nos deixamos convencer por isso, quando começamos a nos sentir santos mesmo, ungidos, o Espírito Santo já está longe de tudo.
2. Nos equilibra. “Um músico sem estar inserido em alguma comunidade ou grupo, é um músico desequilibrado” (Nelsinho Correia).
3. Nos cura, reanima e fortalece. É na comunidade que o missionário tem a oportunidade de se reabastecer, de ser curado e fortalecido, de ser cuidado por Deus, através dos irmãos.
Cuidado com pensamentos do tipo: “Ah! A messe é grande, tem poucos operários e muito trabalho, não dá para perder tempo no meu grupo de oração”. É melhor “perder” um pouco de tempo do que perder-se no caminho. “Se te deixaste amar por Deus, se sabes que Ele é, se te deixastes prender por Ele, então sabes que é nEle que deves investir as melhores energias de tua vida. É por causa dEle que te moves em direção aos irmãos”. No seu ser missionário, o valor está na salvação das almas.
“Mil vidas tivesse, mil vidas daria para salvar somente uma das muitas almas que se perdem”. Santa Teresinha
“Mil vidas tivesse, mil vidas daria para salvar somente uma das muitas almas que se perdem”. Santa Teresinha
Então, a motivação da vida missionária NÃO É:
1. Ser famoso, aparecer na tv, tirar fotos, dar autógrafos;
2. Ganhar dinheiro;
3. Ser querido e respeitado na cidade, diocese ou grupo de oração;
* A motivação é ser instrumento para a salvação das almas.
Como se manter nesta motivação:
Somos servos! Estamos a serviço! Nossos irmãos não estão a nosso serviço, a nosso dispor. “Não basta falar de Deus. É necessário testemunhá-Lo por uma vida de santidade encarnada em nossos dias”.
“O testemunho de vida é a primeira e insubstituível forma de missão”. João Paulo II
“O testemunho de vida é a primeira e insubstituível forma de missão”. João Paulo II
“O próprio testemunho da vida cristã e as boas obras feitas em espírito sobrenatural possuem a força de atrair os homens para a fé e para Deus”. (Catecismo da Igreja Católica)
“Não fostes vós que me escolhestes, fui eu que vos escolhi e vos constituí pra irdes e dardes frutos e para que vosso fruto permaneça.” (Jo 15,16). Faz parte do seu ser missionário dar fruto que permaneça. Aos missionários, exigi-se um testemunho de vida, de compromisso com o próprio mandato missionário.
Como dar testemunho de vida apesar de nossas fraquezas:
1. Ser sempre discípulo. Nunca se considerar pronto. Antes de proclamar a Palavra deve ouvi-la, assimilá-la e vivê-la.
2. Conformar-se a Cristo. Deixar-se colocar pelo Espírito Santo na “forma” de Cristo. Isso é, na prática. Ex: Não ir me missão onde quero, mas onde Deus envia, acordar cedo num dia de domingo para uma missão e etc.
3. Vida Orante. Sem oração não há santidade de vida. É o Espírito Santo que na oração modela o pensamento e a afetividade da pessoa que reza.
4. Ter uma vida sacramental. Os sacramentos são sinais da graça. São pelos sacramentos, sobretudo a Eucaristia, que nos encontramos com Cristo vivo, fonte da missão.
5. Viver em comunhão. Procurar sempre a própria identidade eclesial. O missionário não é independente. Sua ação missionária necessita estar ligada à Igreja, ser conduzida pelos seus direcionamentos porque esses direcionamentos são o sopro vital do Espírito Santo.
2. Conformar-se a Cristo. Deixar-se colocar pelo Espírito Santo na “forma” de Cristo. Isso é, na prática. Ex: Não ir me missão onde quero, mas onde Deus envia, acordar cedo num dia de domingo para uma missão e etc.
3. Vida Orante. Sem oração não há santidade de vida. É o Espírito Santo que na oração modela o pensamento e a afetividade da pessoa que reza.
4. Ter uma vida sacramental. Os sacramentos são sinais da graça. São pelos sacramentos, sobretudo a Eucaristia, que nos encontramos com Cristo vivo, fonte da missão.
5. Viver em comunhão. Procurar sempre a própria identidade eclesial. O missionário não é independente. Sua ação missionária necessita estar ligada à Igreja, ser conduzida pelos seus direcionamentos porque esses direcionamentos são o sopro vital do Espírito Santo.
A vida missionária é vida de envio. O missionário é enviado por sua comunidade, leva seus irmãos junto consigo, conta com sua intercessão e tem um lugar pra retornar após a missão.
“A Igreja vem nos perguntar: Existe, acaso, ação mais grandiosa que salvar do nada? Há meta mais exaltante do que arrancar da frivolidade, fatuidade? Empenho mais sublime do que o de abrir os olhos para a capacidade de duração e plenitude de vida que vem ao encontro do homem?”.
Boa e fecunda missão!
Luiz Carvalho
Boa e fecunda missão!
Luiz Carvalho
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