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Vivamos como filhos obedientes

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OraçãoNos preocupemos com as ‘pequenas coisas’, pois é nessas que somos assolado pelo inimigo e muitas vezes nem percebemos.

I Pd 1, 14

 

Nos tempos de hoje, como é difícil vivermos nossa fé profundamente. Tempo de discórdia, desamor e desesperança.

A palavra de Deus é rica, pois nela, nos é revelado a própria vontade do Pai. Por meio do Espírito se perpetua vivamente no meio de nós, a presença e a voz de Deus na Santa Mãe Igreja. Fazendo a memória do ato penitencial, juntos oramos: “Confesso a Deus Todo Poderoso e a vós irmãos, que pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões...”.

 

São Pedro, em sua carta, já nos instruí:  “Como filhos obedientes, não consistais em modelar vossa vida de acordo com as paixões de outrora, do tempo da ignorância. Antes, como é santo aquele que vos chamou, tornai-vos também vós santos em todo o vosso comportamento.”  (I Pd 1, 14-15).

 

A medida que o tempo se passa, é comum, infelizmente, desviarmos o nosso amor, o nosso comportamento de servos de Cristo em busca da conversão, em busca do céu. Nos livramos das ‘grandes coisas’ e permanecemos como antes, nas ‘menores’. É preciso que toda a nossa vida seja modelada em Cristo Jesus. Para aqueles que já servem a Deus, como é forte e externamente claro o homem velho nas ‘pequenas coisas’. Digo por mim mesmo. É preciso vigiar e orar. É preciso nos atentar para os nossos comportamentos. Pois, muito mais do que palavras, são os nossos gestos e ações. Nossa oração deve ser frutificante, devemos ser testemunhas vivas de Cristo. Quantos de nós caímos novamente no erro do passado, aqueles antes de nossa conversão? Ministros, servos de Deus, a conversão é diária. Não sejamos prepotentes. Somos apenas servos que ficamos aos pés de Jesus para ouvir Sua Palavra de amor e vida. (Lc 10, 38-39)

A todos servos de Deus, sejamos pregadores, mas com a nossa própria vida.

Seja bom o nosso comportamento. (I Pd 2,12)

Comportemo-nos como homens livres. A verdadeira liberdade, é fazer a vontade de Deus, para que não caiamos na libertinagem. Nos comportemos como servos de Deus. (I Pd 2,16)

Nos preocupemos com as ‘pequenas coisas’, pois é nessas que somos assolado pelo inimigo e muitas vezes nem percebemos. Tomemos cuidado com a nossa própria língua, para que ela não se torne sinal e presença de maldição e pedra de tropeço para nós e nossos irmãos. (Tg 3,8-9).

 

“Se alguém pensa ser religioso, mas não refreia a língua, antes se engana a si mesmo, saiba que sua religião é vã.” Digo que a língua e o olhar, é a porta do inferno para muitos de nós que estamos no caminho de Deus. Temos comentários e olhares maldosos para muitas coisas em nosso meio e não mais, um olhar misericordioso. Nos guardemos então, da corrupção deste mundo. (Tg 1,26-27)

 

Irmãos (as) ainda não chegamos a perfeição, tenhamos olhar misericordioso para com todos, oremos e vigiemos para que não venhamos cair em tentação. Mergulhemo-nos na conversão diária e deixemo-nos ser guiados pelo Espírito para que como filhos amados e obedientes de Deus (Ef 5,1-4) possamos professar com a nossa boca e nossa vida, que Jesus Cristo é o Senhor.

 

Purifiquemo-nos para que, o nosso olhar, o nosso agir e o nosso falar seja presença do Deus vivo e Ressuscitado no mundo!

 

“Guarde sua língua do mal e seus lábios de proferir mentiras; afaste-se do mal e pratique o bem, busque a paz e siga-a” (I Pd 3,10-11).

 

“Finalmente, sede todos unânimes, compassivos, cheios de amor fraterno, misericordiosos e humildes de espírito.”(I Pd 3, 8).

 

 

 

Fraternalmente

Diego Oliveira



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