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A ação do Espírito Santo no Grupo de Oração

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PensamentoÉ comum ouvir de algumas pessoas que vão a um grupo de oração: - “o grupo não teve surpresas” ou “será que não está faltando nada”...

É comum ouvir de algumas pessoas que vão a um grupo de oração: - “o grupo não teve surpresas” ou “será que não está faltando nada” ou “até que não foi ruim, mas poderia ser melhor”. Muitos são os comentários parecidos ou não com esses dentro e fora do grupo.

E aí começam a surgir propostas de como “fazer “um grupo” diferente”.

As mais acolhidas são: convidar um pregador “de fora” ou realizar um Seminário de Vida ou até mesmo “dar umas férias”. Sem dúvida a de convidar um pregador, na maioria das vezes, é a mais aceita.

Fico a imaginar que esse grupo terá que ter uma lista boa de pregadores para poder levantar as pessoas desse grupo do seu abatimento, pois, essa situação é bem comum acontecer.

Mas, o que fazer?

 

Tem que ter novidade no Grupo de Oração

Na passagem de I Mac. 4, 1 – 15, Judas Macabeu, se deixa ser conduzido por Deus para surpreender o inimigo. O inimigo já sabia das suas atividades e armou um plano em cima disso, mas Judas foi dócil à moção do Senhor e surpreendeu o inimigo.

Assim precisam ser os coordenadores do grupo de oração com o núcleo.

Há uma necessidade da docilidade ao Espírito para haver sempre, a cada reunião uma novidade do Espírito Santo para aquele grupo de oração.

Precisamos abandonar os esquemas. Temos que ter uma base, mas não esquemas e, não cair na tentação de tentar “fazer um grupo igual ao outro”, pois o daquela noite passada foi. O Espírito não se repete.

O Espírito é conhecedor dos que estarão no grupo de oração. Ele tão somente sabe o que é melhor. Por isso precisamos, assim como Judas Macabeu, ser dóceis para surpreendermos o inimigo.

A novidade não é fazer uma noite de cura e libertação para chamar o povo. A novidade está em sermos dóceis para saber como o Espírito Santo quer que se conduza aquele grupo de oração.

Não haverá mais a necessidade de ficarmos levando pregadores “de fora” para reavivar o grupo. O coordenador com o núcleo é que é responsável pelos seus “filhos espirituais”. Não estou dizendo que não se devem convidar pessoas de fora. Não podemos fazer isso com o intuito de jogar a responsabilidade para cima dele.

Essa docilidade muitas vezes se deve dar no núcleo, a saber, se os membros não estão precisando de um momento de cura interior, de perdão, de libertação, de confissão, pois, quando um dos membros de um núcleo está doente, todo o núcleo fica e, um corpo doente não está saudável para receber as inspirações do Espírito, por isso, não há mais novidade.

Creio que você entendeu que a novidade no grupo de oração é você ser uma novidade nas mãos do Espírito Santo.



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