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"Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?"

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AmigosNos dias de hoje somos convidados desde os primeiros momentos do dia a testarmos nossa fé e nossa vivência em Cristo.
Nos dias de hoje somos convidados desde os primeiros momentos do dia a testarmos nossa fé e nossa vivência em Cristo.

Se encontramos um vizinho no elevador e este não nos recebe com um sorriso que consideramos adequado, já o julgamos. Nas filas se percebemos alguém mais apressado, nos aborrecemos. No trânsito somos incapazes de diminuirmos a velocidade para que um pedestre - mesmo que com a idade avançada - consiga atravessar com tranquilidade a rua.

Somos motivados a sermos sempre os primeiros e esta competição nos é imposta pelo mundo que afirma que "se você não for o melhor, será o último.". Onde está a nossa crença real no Evangelho que diz "...os últimos serão os primeiros"? Será que não sabemos que o Senhor da Vinha mandou chamar os operários para o pagamento e começou pelos "últimos até os primeiros"?

É fácil justificar e reconhecer que erramos quando não agimos como cristãos nas situações citadas, contudo, o pior é quando não reconhecemos em nossa própria Igreja as pequenas atitudes diárias que acontecem para que possamos amadurecer nossa fé cotidiana.

Percebemos que por vezes nossos projetos encontram resistência dentro da Igreja, e até mesmo, somos impedidos de manifestar nossa opinião. Isso não é tão raro, levando-se em consideração que a competição imposta pelo mundo acaba influenciando setores, pastorais e movimentos. Seria este o momento de murmurar? De que adianta nosso amadurecimento espiritual se ele não fortalece nosso comportamento cristão diário?
 
Peçamos ao Espírito Santo que nos fortifique para identificarmos o momento de fortalecimento na fé através dos irmãos que de forma consciente - ou, na maior parte das vezes, inconscientemente -, não permitem que a Obra do Pai ganhe a dimensão missionária que ela precisa ter.


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